Industry, Ambrose, Jayne, Brasil, Ladytron
 

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Cine Jóia de Facundo Guerra faz Show exclusivo com Pink Industry PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Ricardo Sarmiento   
Sex, 20 de Janeiro de 2012 12:29

CINE JÓIA de Facundo Guerra (Lions/Vegas/Yacht) faz show exclusivo do PINK INDUSTRY (Inglaterra)

com participação do LADYTRON e do cineasta MARK MOONGOOSE

pela 1ª. vez no Brasil, e 1º. Show da banda em 25 anos.

Imperdível, histórico, emocionante... | dia 28/JANEIRO/2012 (sábado) ______________________________________________________________________________________________________


Daniel HuntO show do Pink Industry abriu a semana surpreendendo os fãs anunciando
a participação especial do tecladista Daniel Hunt da banda Ladytron para
alvoroço do metiê indie-rock-eletrônico. Daniel Hunt fará participação
especial no show.

Agora vem a notícia que o cultuado videomaker e cineasta inglês Mark
Moongoose é o responsável pela parte visual do show que contará com
vídeos exclusivos, especialmente concebidos para o show; cada música
ganhou uma animação. Outro conceito dentro do trabalho de Mark foi o de
contar a história dos integrantes do Pink Industry nas projeções que
contam com fotos inusitadas da vocalista Jayne Casey e Ambrose Reynolds,
mentores do Pink Industry. Agora imagine isso dentro do sistema de
videomapping do Cine Joia onde as projeções vão ocupar todo o complexo
da arena que recebe o público. Será uma experiência sensorial única,
antológica.

A escola de vídeo e fotografia de Mark Moongose se espelha em trabalhos
do conceituado fotografo e videomaker inglês Anton Corbjin (responsável
pela criação de imagem e vídeos de artistas como Depeche Mode, Aphex
Twin, Radiohead), e de Guy Ritchie, o cineasta e ex-marido de Madonna.

vistos no site dele: http://markjordan934.co.uk

Mark descreve a experiência do show antológico do Pink Industry em São
Paulo no Cine Jóia assim "Será algo excitante e ao mesmo tempo me deixa
nervoso de tanta empolgação".


Outra notícia é que o primeiro lote do show esta esgotado e as vendas
do segundo lote estão se esgotando. E o terceiro lote deve se confirmar
nas próximas horas.

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LADYTRON toca com PINK INDUSTRY:

Notícia incrível em torno do mítico show que o grupo inglês Pink
Industry faz em São Paulo na próxima semana, dia 28/janeiro. Daniel
Hunt, tecladista e integrante do grupo também inglês Ladytron (de
Liverpool), acaba de confirmar participação especial no show do Pink
Industry numa surpresa para os fãs das duas bandas. A participação é
inédita na carreira dos dois grupos o que faz do show um evento ainda
mais especial, no entanto Daniel Hunt e todo Ladytron não cansam de
afirmar que o Pink Industry é influência mor em sua sonoridade há muitos
anos.


site oficial do evento: www.ladoz.com.br

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SOBRE o PINK INDUSTRY


Pink Industry com Janyne e AmbroseLiverpool não foi só o celeiro de origem dos Beatles, Echo & The
Bunnymen e Teardrop Explodes, é de lá que vem o Pink Industry.
Pink Industry nasceu em 1982 da união da performer e musa Jayne Casey
(ex-Big In Japan, Pink Military), e Ambrose Reynolds (ex-Frankie Goes to
Hollywood), o mestre dos ritmos.

A sonoridade do Pink Industry é instantaneamente reconhecida. Um mix
low tech + cold wave britânica, guitarras entorpecentes guiadas por
ritmos eletrônicos e efeitos pilotados com maestria por Ambrose, e os
vocais adocicados e poéticos de Jayne.

Muitos pensam que toda argamassa
sonora do Pink Industry é feita por sintetizadores, ledo engano, a
engenhosidade de Ambrose ao abusar de pedais de efeitos nas guitarras
(sem uso de sintetizadores que não existem nas músicas gravadas em
estúdio pela banda), cria atmosferas únicas, lado a lado com os
diamantes sonoros dos Cocteau Twins e a política raivosa dos Pixies e
Joy Division.

Os fãs do Joy Division, New Order, Echo & The Bunymen e The Cure
endeusaram o Pink Industry graças a canções de personalidade como “What
I Wouldn´t Give”, “Empty Beach” e “Pain Of Pride”.
Ao contrário de outros grupos dos anos 80, o Pink Industry nunca
recriou o som da chuva numa rua vazia, eles fizeram você sentir a chuva
na sua pele nua.

No Brasil o Pink Industry adquiriu o status de cult band ainda nos anos
80 graças aos DJs de São Paulo que colocaram “What I Wouldn´t Give”,
“Empty Beach”, “Pain Of Pride” e “Enjoy The Pain” em alta rotação nos
clubs da época transformando estes em verdadeiros hinos de toda uma
geração dos anos 80 num verdadeiro zoológico de pessoas de jetsetters, a
clubbers, de rockers a góticos e moderninhos antenados de plantão, e a
mídia que estava de olho no efervescente cenário musical internacional
que acontecia aqui graças a discos que vinham em malas de poucos que
atravessam as alfândegas da ditadura.

Os discos do Pink Industry chegavam (e ainda) a custar cerca de U$150 (cento e cinqüenta dólares),
cada.

O Pink Industry é um dos casos raros de bandas que tem um grande
séquito de fãs no Brasil a exemplo de manias imediáticas, também dos
anos 80, como A-ha, Information Society, Men At Work.

Por aqui o extinto selo Cri Du Chat Disques, através de sua subdivisão Museum Obscuro,
compilou os singles, EP´s, álbuns e faixas inéditas que se transformaram
no álbum compilação “New Naked Technology” com duas tiragens esgotadas e
mais de 60% consumidas pelo mercado brasileiro, o restante foi para o
mercado internacional onde repetiu o sucesso, tornando-se ítem raro de
colecionador.

Para “New Naked Technology”, Mr. Ambrose entrou no estúdio
para remasterizar algumas pérolas inéditas como “Cowboy Track”,
“Elevator Operator” e “Time Is A Thief” que fizeram alegria dos fãs.

Em 2010 o selo Wave Records, de São Paulo, relança o álbum “New Naked
Technology”, remasterizado, com novo layout de capa, incluindo uma
edição limitada dupla contendo um DVD com videoclipes raros e uma das
raras aparições em shows do Pink Industry num registro de 40 minutos,
resultando numa correria de fãs as lojas e distribuidoras em mais um
caso de sucesso na empatia dos brasileiros pela banda.

A rebeldia adocicada do Pink Industry parou oficialmente suas
atividades em 1985 quando Jayne e Ambrose foram cuidar de suas vidas.
Jayne evita falar do seu affair com Morrissey (vocalista dos Smith´s),
tornando-se uma verdadeira icógnita, mas deve ter sido algo marcante,
pois o rosto de Morrissey serviu de estampa para um dos álbuns do Pink
Industry.

No final dos anos 90, Jayne tornou-se hostess do club Ministry
Of Sound (MoS), de Londres, e hoje o seu filho é um dos DJ´s residentes
da “Meca” clubber. Jayne envolveu-se com a nata da política de Liverpool
e tornou-s

e adida cultural da cidade.

Já Ambrose nunca abandonou seu compromisso com a música, sendo
engenheiro de som de novas bandas e abrindo sua própria escola de música
em Liverpool. Num ato de mostrar o som do Pink Industry para novas
gerações e fãs Ambrose esta relançando aos poucos a discografia do Pink
Industry pelo seu selo, o Isegrimm.
Poucas foram as vezes que Jayne e Ambrose se encontraram pessoalmente
ao longo destes mais de 25 anos, os contatos vinham a ser por emails e
telefonemas.

No início de 2011 veio a notícia de uma volta especial do Pink Industry
para realizar um único show no Brasil e saciar a vontade de seus fãs por
aqui.

Ao longo do primeiro semestre de 2011 foram mantidas iscas para
isto se concretizar.

Ambrose remasterizou cuidadosamente as masters com
as bases do Pink Industry que estavam em fitas de gravador de rolo
armazenadas cautelosamente ao longo desses anos.

Foram criadas imagens sincronizadas com as bases em áudio que darão ao show do Pink Industry
um apelo de maioridade artística.

Em julho de 2011 veio a confirmação de um show no Brasil com a formação
original do Pink Industry, agora acompanhados do filho de Jayne que
també m toca na banda.

Um jornalista inglês descreveu recentemente o Pink Industry “Eles são
capazes de canalizar melancolia e drama numa canção de 3 minutos
moldá-los uma vez como um soco no seu rosto, e em seguida, como uma
lágrima na neve.”

Sobre o show no Brasil em janeiro:
O que era um sonho emocional para os fãs se tornará realidade no dia 28
de janeiro quando o Pink Industry sobe ao palco do Cine Joia na capital
paulista. O show especialmente montado para o Brasil fará um review de
toda história musical da banda, com duração média de 90 minutos,
contendo os hits que estouraram nos club charts e embalaram muitas
histórias dos anos 80 e até hoje para seus admiradores.

Lembrando que é
o primeiro show ao vivo do Pink Industry depois de 25 anos de
hibernação.

Será oportunidade única para poucos testemunharem a sonoridade musical
efervescente de Liverpool que incendiou Londres e o mundo... O farol da
Indústria Rosa acendeu e atravessa a neblina britânica, o Atlântico e
nos deixará viver toda uma época de romantismo, rebeldia, poesia e
rítmos apenas por uma noite... um cubo de gelo para ser degustado nos
trópicos...

Serviço:
Evento: Lado Z apresenta Essential Music: Pink Industry Live
DJs: Magal, Mellão e Rodrigo Cyber
Data: 28/JANEIRO/12
Horário de abertura da casa: 22:30hs

Local: Cine Jóia www.cinejoia.tv
Endereço: Praça Carlos Gomes, 82 – São Paulo - SP - Tel: (11) 3231-3705
Censura: 18 anos

Preços: Primeiro lote R$50,00 ESGOTADO/Segundo lote R$70,00 ESGOTADO
 >>>>>>>>> /Terceiro lote R$90,00

>>> Vendas online: Cine Jóia www.facebook.com/cinejoia

Pontos de venda:
SOULSHADOW (Rua 24 de Maio, 116 loja 10)
FERRO VELHO SHOP (Rua 24 de Maio, Galeria do Rock – loja 216)

Apoios: | Programa Discologia (OI FM) | Wave Records

Organização: LADO Z.

Última atualização em Sex, 20 de Janeiro de 2012 12:44
 

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