Você, Brasil, Música, Clubs, Ardilha
 

Publicidade Interna

Banner

Inscreva-se em nosso CANAL no YouTube

DJSound-Tube2

>> youtube.com/djsoundmag <<

Home Rio Control Tour na Europa de Rodrigo Ardilha apresenta novidades
Erro
  • Unable to load Cache Storage: utf-8
  • Unable to load Cache Storage: utf-8
  • Unable to load Cache Storage: utf-8
  • Unable to load Cache Storage: utf-8
  • Unable to load Cache Storage: utf-8
  • Unable to load Cache Storage: utf-8
Tour na Europa de Rodrigo Ardilha apresenta novidades PDF Imprimir E-mail
Escrito por Ricardo Sarmiento   
Ter, 15 de Maio de 2012 18:33

DJ Rodrigo Ardilha na europa, em 2012A grande maioria acredita que Rodrigo Ardilha é carioca, mas não sabem que ele é natural de Campo Grande / MS.

Um cara enganjado de corpo e alma no mercado do entretenimento, atua em várias frentes.

Seja nos bastidores ou no comando da pista de dança, esse incansável profissional já conta na bagabem com 4 turnês na Europa e uma nos Estados Unidos.

Com 31 anos, Rodrigo Ardilha se dedica integralmente a música a apenas 5 anos, o que torna sua bagabem ainda mais impressionante.

Ele recusa o título de TOP DJ e se diz apenas mais uma engrenagem do entretenimento.

Acabando de chegar da quarta turnê na Europa, passou pela França, República Tcheca, Áustria, Eslováquia e Alemanha e nos deu uma entrevista dizendo um pouco dessa experiência.

Como surgiu a oportunidade de você fazer uma turnê na Europa?
A algum tempo eu divido cabine com alguns DJs internacionais em minhas gigs. Com isso os caras me viam tocando e alguns deles acabaram se tornando meus amigos pessoais.

Com essa proximidade os DJs acabaram apresentando meu material para suas agências no exterior.

Em 2010 surgiu a primeira oportunidade e a experiência rendeu muitos frutos, o que me fez retornar 2011 (duas vezes) e agora em 2012.

Cada vez que vou pra lá acabo conhecendo mais promoters e donos de casa noturna que se interessam pelo meu trabalho. Isso é gratificante pra mim.


Quais as principais diferenças que você notou entre a noite nos locais onde tocou para a cena brasileira?
Eu acredito que a principal diferença é a cultura da música eletrônica em geral.

A cena lá fora existe a anos e é muito bem trabalhada por todos os veículos: rádio, tv, festas.

No Brasil eu sinto que o povo segue as tendências, já tivemos a época do Hip Hop, das Raves com Trance e Full On, recentemente passamos pela cena da House Music. Mas tudo apenas passa.

Lá fora os clubs e empresas tem a cultura de promover somente um estilo, sendo assim quem curte House Music vai para um club específico onde sabe que não vai ouvir Drum'n'Bass ou Trance. Ninguém vai ao DJ pedir um Reggaeton!


Como foi a reação do público durante as suas apresentações? Algo te marcou em especial?
É inexplicável. Mão pro alto, palmas, gritos, bilhetes.

Em cada club por onde passei tive momentos incríveis novamente e cada um com sua peculiaridade.

Eu toquei pela quarta vez no maior club do centro europeu (o SaSaZu em Praga, na Repúbica Tcheca) em um evento especial para a Red Bull e foi inacreditável receber um mega bilhete agradecendo pela noite que eu tinha proporcionado e no final ler: "Você exorcizou meus demônios".

Obviamente eu tive que ter ajuda do meu empresário pois o bilhete estava em Tcheco! (risos).

Outro momento foi na Bratislava quando chegou um casal russo e me disseram que foram até a Bratislava somente para me ver tocar.

Que tinham visto uma apresentação minha na The Week no Rio de Janeiro em 2009 e quando viram que eu estaria "próximo" a eles não perderiam a oportunidade.

O fantástico foi o presente que me deram! Eles sabiam que eu coleciono Vodkas e me levaram uma garrafa especial Russa! Isso pra mim não tem preço!


A cena eletrônica brasileira está indo para um caminho em que as pessoas se preocupam mais em ostentar camarotes, bebidas do que propriamente se divertir.

É uma tendência que você também reparou lá fora?
Isso é um problema cultural. Não é só na cena eletrônica que acontece isso no Brasil.

Tenho ótimos colegas que são DJs de outros estilos, como o funk carioca por exemplo, e pude perceber que esse mal assola todas as classes sociais.

Enquanto nas festas de música eletrônica as pessoas querem comprar seus combos de Vodka com energético e Champanhe pra impressionar os que os cercam, no baile funk é litro de suco natural com garrafa de Big Apple.

De fato na Europa essa cultura não existe na sua grande maioria dos clubs. As pessoas vão até o bar pegam sua bebida e vão pra pista dançar e só! Quem está afim de ostentar riqueza ou poder fica em camarotes privativos que ninguém tem acesso e sabe-se Deus o que acontece ali dentro.


Durante os sets que executou na turnê europeia você apresentou para o público produções de artistas brasileiros? Em contrapartida, o que trouxe de bom de lá?
Ah! Isso é irado! Obviamente eu toquei muitos dos meus bootlegs com músicas famosas de artistas consagrados mundialmente, mas também pude apresentar pra eles algumas tracks de artistas brasileiros e foi muito gratificante pra mim ver o povo pulando, gritando e principalmente os DJs locais perguntando "What a fuck is this?!?!?" !!!

Tracks de amigos meus como do novo projeto do Carlo Dall Anese, Glasgo, "Arms Wide Open" , do Joe K "Dance in The Streets" e da dupla Felguk com "Jack It".

O que trouxe de lá e espero fazer pegar na realidade brasileira são tracks de alguns DJs belgas com um groove incrível.

Não vou falar os nomes para não despertar o interesse de agências no Brasil, pois pretendo trazer esses artistas no próximo verão brasileiro. rs

dancer-dos-clubs-por-onde-passou-rodrigo-ardilha dancers-dos-clubs-por-onde-passou-rodrigo-ardilha-3 dancers-dos-clubs-por-onde-passou-rodrigo-ardilha rodrigo-ardilha-na-sasazu rodrigo-ardilha_2 rodrigo-ardilha_3 rodrigo-ardilha_4 rodrigo-ardilha_5 rodrigo-ardilha_7-e-tiete rodrigo-ardilha_7-e-valera vibe-na-europa-com-dj-rodrigo-ardilha-2 vibe-na-europa-com-dj-rodrigo-ardilha rodrigo-ardilha_1


O que você pode destacar como pontos positivos que trouxe na bagagem após a turnê? Recebeu convites, quais os planos para as próximas turnês fora do país?
O ponto mais positivo que trago cada vez que volto para casa é a nova experiência. Com países novos, clubs novos, diferentes formas de encarar a música.

Cada cidade que visito tem diferença de língua, de música, e isso me engrandece como profissional e ser humano.

Recebi dois convites bastante sólidos ainda pra 2012, o que me deixou muito contente foi ao chegar no Brasil saber através do meu agente Henrique Dias que o contato deles já foi feito e que as coisas caminham a passos largos.

Estou com os dedos cruzados para que em breve eu possa divulgar para todos que acompanham meu trabalho as novidades! Vou soltar tudo na minha FAN PAGE (facebook.com/rodrigo.ardilha) e no meu site oficial (www.rodrigoardilha.com).


Agora que está de volta ao Brasil quais são as suas expectativas para dar continuidade ao trabalho por aqui?
Viajar é bom, tocar fora é fantástico, mas sinceramente? Nada como estar de volta em casa!

Onde todos falam sua língua, onde você tem sua comida predileta e seus amigos por perto. Eu já trabalho em parceria com dois clubs do interior do Rio de Janeiro, ambos com super estrutura e empresários visionários.

Na região sul fluminense tenho a Pullse (do proprietário Bruno Costa), em Volta Redonda, que tem investido cada vez mais no segmento de entretenimento e entende bem as propostas que a TAPE (agência que cuida da minha carreira) apresenta pra ele e na região serrana tem o Tamboatá (do grupo Cool Produções, com Xuxu e Marcelus Tchelo), em Itaipava, que é de longe o melhor club da região.

Fora isso as parcerias junto ao Café del Mar Brasil, gerenciado pelo espanhol Hector Lopez, tem planos cada vez mais ambiciosos e eu estou muito feliz em fazer parte desses planos.

Eu fiquei um pouco fora do mercado carioca por conta das minhas viagens pelo Brasil, mas já estou conversando com alguns clubs da Barra e Zona Sul para retomar as atividades aqui na Cidade Maravilhosa!


Especialmente Reportagem por Maurício Miranda

Última atualização em Qui, 24 de Maio de 2012 20:26
 

Revista Digital Online

Conecte-se

Busca no site

Mídia: Mag / Portal

Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner

RIO CONTROL - Rodrigo Ardilha

Sobre o Autor
Rodrigo Ardilha: Tendo seu primeiro contato com a música na década de 90, Rodrigo Ardilha se apaixonou pelas batidas do House logo de cara. Aliado a técnica impecável seu carisma cativa a pista e faz com que o público sinta todo o prazer que ele tem de tocar. Hoje, figura entre os melhores DJs do Brasil e garante que ainda tem muito o que conquistar.
Com passagens por grandes clubs do Brasil, coleciona elogios e fãs por onde se apresenta. Em suas gigs procura assimilar a cultura local para que possa ter uma identificação maior com a pista e, um dos destaques do seu set, são ao mashups que faz com grandes sucessos locais com os maiores hits mundo afora.