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Home X-Ray DJ X Ray DJ 153 com Mari rossi, Felipe Andrade e Dimitri
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X Ray DJ 153 com Mari rossi, Felipe Andrade e Dimitri PDF E-mail
Escrito por Fernanda Leão   
Qui, 17 de Setembro de 2009 10:45

Mari Rossi
28 anos, natural de São Paulo/SP
Toca profissionalmente desde 1999



Começou a tocar porque “sempre fui apaixonada por música e na região onde eu morava, a zona leste, a cultura clubber era muito forte.

Comecei tocando Drum&Bass, porém há 4 anos, passei a tocar Nu Jazz e House”. Já tocou na mesma festa que Mau Mau, Renato Cohen, Marky, Paolo Modjo, Cleveland Watkiss, Funkerman... Já foi residente do D-Edge, Vegas, Manga Rosa, Macao, Jazzy e Bar 8.

 


Você já encara o “DJing” como profissão?
Há muito tempo. Fiquei uns bons anos apenas tocando.

Hoje voltei a trabalhar um pouco com moda para “não virar um vampiro” e ter mais atividades durante o dia.




www.myspace.com/marirossi




Felipe Andrade
32 anos, natural de Santo Ângelo/RS
Toca profissionalmente desde 1998



Começou a tocar por “influência do meu primo, que nem é DJ. Simplesmente porque gostava de música...” Toca House Music”. Já tocou na mesma festa que Memê, Léo Janeiro, Paul Oakenfold (Turnê Sticky & Sweet Tour 2008 da Madonna, na área vip). É residente do Bar One Twenty One - Sheraton Rio, às 6ªs.

Você já encara o “DJing” como profissão?
Sim, hoje é uma tendência e não tem como negar que os temp

os mudaram. Fiz a opção de seguir em frente, e sei que fiz a opção mais correta: continuo crescendo dentro da cena.

www.nwcomunicacao.com.br






Dimitri Slaviero
26 anos, natural de Goiânia/Go
Toca profissionalmente desde 2000

Começou a tocar porque “primeiramente mixagens e performances sempre fizeram minha cabeça. Encontrei bons cursos em SP, me profissionalizei e saí para a balada!

Toco do Minimal Tech ao Electro House”. Já tocou em festas com Fischetti, Nacaratti, Rica Amaral, Erick Morillo e Marc Romboy.

Acaba de se mudar para Brasí lia e faz parte do DJ Sound Tour Team.



Você já encara o “DJing” como profissão?
Assim como 2 + 2 = 4! Devemos encar o DJing como profissão e como tal deve ser executado com responsabilidade.

É preciso amar o que se faz independentemente de qualquer coisa para podermos agradar nosso principal cliente: a PISTA!


Confira a matéria completa
na edição 153 da Revista DJ Sound
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Última atualização em Qua, 13 de Junho de 2012 14:16
 

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